Jeancarlo Sousa

Bem Vindos ao Blog que fala sobre a nossa Cultura!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

210 anos da fundação da Paróquia de Nossa Senhora das Mercês

Nestes 210 anos da fundação da Paróquia de Nossa Senhora das Mercês, posto aqui a história de Nossa Senhora das Mercês para os que ainda não conhecem:


A invocação ou nome de Nossa Senhora das Mercês é uma a mais entre as muitas que são dadas à única Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo e, por isso, mãe espiritual de cada cristão e de toda Igreja.

Esta invocação das Mercês data aproximadamente de 1218, quando os maoemetanos dominavam parte da península Ibérica e faziam incursões às terras, praianas da França e Itália e nos mares assaltavam as embarcações para, de toda forma que podiam, roubar, matar e levar para o cativeiro da África, os homens, mulheres e crianças que encontravam.

Os cristãos capturados eram submetidos a trabalhos forçados e à dura escravidão (daí as correntes nas mãos dos anjinhos aos pés de Nossa Senhora das Mercês), da qual podiam livrar-se, renunciando a fé Católica e abraçando as doutrinas e costumes muçulmanos. Diante de tamanho sofrimento, muitos terminavam fazendo a vil troca de Cristo e sua Igreja por Maomé e seus costumes.

Nossa Senhora, compadecida dos seus filhos e filhas, aparece a três jovens: Pedro, Raimundo e Jaime e os convida para que fundem uma Ordem encarregada de socorrer os pobres cristãos e mantê-los na fé e nos costumes. Os três jovens levaram a notícia ao Bispo focal, este ao Papa, e receberam autorização da Igreja para fundarem a "Ordem de Nossa Senhora das Mercês".

No dia 10 de Agosto de agosto de 1218, o Bispo de Barcelona (Espanha), D.Berenguer de Palou, na própria catedral, na presença do rei Jaime I de Aragão e muita gente, Pedro Nolasco e Companheiros faziam a Deus solene entrega de suas vidas para dedicarem-se à Redenção e ajuda dos cristãos na escravidão dos maometanos. A Ordem nasceu, cresceu e espalhou-se em seguida pelo mundo inteiro, tendo como carisma o resgate dos cativos. Desse fato surgiu a devoção a Nossa Senhora das Mercês, cuja festa litúrgica se celebra aos 24 de setembro.

Hoje são outras as escravidões: consumismo, comodismo, secularismo, individualismo, depressão, angustia, medos, desemprego, violência, vícios, fome, divisão, desagregação familiar... Que Nossa Senhora das Mercês, ela que nos deu a grande mercê, seu filho Jesus Cristo, interceda por nós e nos ajude a vencer as escravidões do mundo atual.
Foto: André Macedo

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Rede de Culturas Populares - Faça Parte Você Também

As bases para a constituição da Rede das Culturas Populares foram lançadas pelos membros das 27 delegações estaduais presentes ao II Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares, entre os dias 14 e 17 de setembro de 2006, em diversas reuniões ocorridas durante o evento. Baseados nas diretrizes do I Seminário Nacional, realizado entre 23 e 26 de fevereiro de 2005, a Rede tem por objetivos:

• Ser um espaço permanente de reflexão, debate e proposição de políticas públicas, que integre diferentes grupos e instituições, comunidades tradicionais, movimentos culturais e sociais, entes públicos e privados ligados ao universo da cultura popular e do folclore, de forma independente e auto-gerida;

• Intensificar a mobilização, a comunicação e a troca de experiências entre os membros;

• Atualizar permanentemente a agenda de eventos realizados nas mais diversas regiões do país e a circulação de produtos e serviços gerados pelos artistas populares e demais trabalhadores do setor;

• Capacitar os membros para o processo de atuação em rede;

• Estimular a capacitação dos mestres da cultura popular e do folclore, das lideranças comunitárias tradicionais e das lideranças espirituais para a elaboração e gestão de projetos, facilitando o acesso aos recursos públicos;

• Criar os mais diversos grupos de trabalho, virtuais e/ou presenciais, que potencializem as ações de interesse dos membros da rede.

• Facilitar o acesso aos meios de comunicação (internet, televisão, rádio, rádio comunitárias, videoconferências e outras mídias acessadas por diferentes comunidades), promovendo a inclusão digital dos mestres da cultura popular e do folclore.

NOME: REDE DE CULTURAS POPULARES
COMPORTAMENTO

São bem-vindos: dicas de livros, textos, sítios, cursos, palestras, seminários etc, referentes ao tema. Não são bem-vindas e podem ocasionar a exclusão do emitente, o envio de mensagens que não correspondam ao objetivo do grupo, assim como termos ofensivos.

FUNCIONAMENTO

A rede é moderada, nem tudo que é enviado é liberado.
Funciona como um jornal com 1 edição diária, os e-mails são liberados em grupo, uma vez ao dia. As mensagens fora do foco (puramente pessoais, agressões, fofocas), repetidas e assuntos relacionados a administração da rede não são liberadas. Os participantes são leitores, correspondentes, comentaristas, articulistas, divulgadores e etc.
Reúne participantes de todo o Brasil e do exterior.
A rede não tem HTML nem anexos. As mensagens são leves e sem vírus.


COMO SE INSCREVER


A inscrição também pode ser feita enviando um e-mail em branco para: culturaspopularesBR-subscribe@yahoogrupos.com.br

Para enviar mensagem ao grupo utilize:  culturaspopularesBR@yahoogrupos.com.br

O cancelamento é automático, basta enviar um e-mail em branco para: culturaspopularesBR-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

Se não conseguir cancelar a inscrição informe à moderação enviando um e-mail para: culturaspopularesBR-owner@yahoogrupos.com.br

OBS: Se você tiver mais de um e-mail, ao enviar, utilize como emissor, o e-mail com o qual está inscrito no grupo. Se utilizar um endereço diferente o sítio não reconhecerá a operação.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sobre Cuité e o 1º Festival de Cinema de Curta-Metragem


De 18 a 21 de agosto será realizado em Cuité o 1º Festival de Cinema de Curta-Metragem. O evento é uma idealização e um grande sonho do artista cuiteense Ismael Moura que já produziu diversos curtas. Será um dia importante e um marco para a nossa cidade que é considerada um celeiro de artistas e talentos.



Cuité é assim: Para cada fruto do cuitezeiro um novo talento e um novo artista, e estes  inventam e reinventam o nosso dia-a-dia. Não fugindo a esta regra Ismael Moura irá realizar o 1º Festival de Cinema de Curta-Metragem de Cuité.

O evento visa incentivar e difundir o cinema do Estado, promover o encontro do público com as produções, estimular novas idéias, formar novos realizadores, intercâmbios e formação de platéias. A programação prevê também a realização de seminários, exibição de filmes, debates, mostra de Cinema em escolas, shows e apresentações culturais.

Mas e você sabe o que é um Curta-Metragem? Segundo o site: http://wikipedia.org, curta-metragem, ou simplesmente curta, é um filme de duração inferior a trinta minutos, havendo no entanto, quem para o classificar estabeleça um padrão variável de mais ou menos dez minutos.

O termo começou a ser utilizado nos Estados Unidos na década de 1910, quando boa parte dos filmes começava a ter durações cada vez maiores.  O gênero que mais utilizou o formato de curta-metragem foram as animações. Ainda hoje há muitos filmes com acção ao vivo (live-action) e de animação produzidos como curta-metragem, havendo inclusive um premio dos Oscar para cada tipo. Formato bastante difundido e em expansão no Brasil desde os anos 70, a curta- metragem é também adoptada em documentários, filmes de estudantes e filmes de pesquisa experimental.
Segundo a Agência Nacional do Cinema (ANCINE) em sua Instrução Normativa 22, anexo I, a definição de Curta-Metragem é dada a filmes de até 15 minutos, Média-Metragem para filmes com tempo acima de 15 minutos e até 70 e Longa para filmes com mais de 70 minutos.

Agora que já sabemos o que é curta-metragem, que tal prestigiar o 1º Festival de Cinema de Curta-Metragem de Cuité?

"O cinema é um modo divino de contar a vida." (Federico Fellini).

domingo, 7 de agosto de 2011

Filme "Degradação das Almas" de Ismael Moura é selecionado na VI edição do COMUNICURTASUEPB



Foi divulgado o resultado com os selecionados para VI edição do Festival Audiovisual ComunicurtasUEPB.

Entre os selecionados "Degradação das Almas" de Ismael Moura.



Foram inscritos curtas de várias partes do Brasil, mas o que realmente chamou atenção foi à quantidade de trabalhos paraibanos que superaram todos os números das edições anteriores. O Festival acontece do dia 29 de agosto ao dia 03 de setembro.

Veja dos Selecionados:

Selecionados – Mostra Tropeiros da Borborema de Curta – Metragem


1.    22 anos – Direção: Anne Emanuelle – Doc – 10’07’’/Campina Grande
2.    A Fábrica de Gravatas – Direção: Érik Medeiros – Fic – 10’10’’/Campina Grande
3.    A identidade da memória morta – Direção: Rebecca Cirino – Doc -15’/Campina Grande
4.    Antes do café – Direção: Carlos Mosca – Fic 8’32’’/Campina Grande
5.    As Folhas – Direção: Deleon Souto – Fic 14’ /Patos
6.    As voltas do mundo – Direção: Fabrício Santana – Doc 15’ / Campina Grande-Aroeiras
7.    Biliu, o maior carrego do Brasil – Direção: Lau Barboza – Doc – 13’ / Campina Grande
8.    Chico do Itararé – Direção: Giovanni Perez – Doc – 15’ / Campina Grande
9.    Cinema Americano – Direção: Taciano Valério – Doc – 15’ / Campina Grande
10.  Concreto – Direção: Jaime dos Santos Guimarães – Doc – 12’59’’ / Campina Grande
11.  Degradação das almas – Direção: Ismael Moura – Ficção – 15 /Cuité
12.  Durma Comigo – Direção: Renato Hennys – Fic – 8’  / Campina Grande
13.  Ensaio – Direção: Altiéres Estavam – Fic - 9’28’’/Campina Grande
14.  Escravos de Jó – Direção: Daniel Araújo – Fic – 20’/João Pessoa
15.  Estrelando: José Sawlo – Direção: Leandro Alves – Doc – 19’47’’ / Campina Grande
16.  Explícito – Direção: Marcel Henriques – Doc – 14’35’’ / Campina Grande
17.  Hoje tem espetáculo? – Direção: Leandro Alves – Doc – 15’/Campina Grande
18.  Irmãs – Direção: Gian Orsini – Doc – 16’/João Pessoa
19.  Lamúria – Direção: Nathan Cirino – Fic – 15’ / Campina Grande
20.  Mais denso que sangue – Direção: Ian Abé – Fic -15’/Campina Grande
21.  Manteiga em venta de gato – Direção: Pablo Maia – Fic – 5’ /João Pessoa
22.  Maria do Caixão – Direção: Hildeberto Figueiredo e Álisson Marques – Doc – 10’33’’ / Campina Grande
23.  Menino Artífice – Direção: Ana Célia Gomes, Kárem Vasconcelos e Samuel Dias – Doc -15’ /Campina Grande
24.  Metafísica – Direção: Eduardo Gomes – Fic – 12’/ João Pessoa
25.  No ventre da poesia – Direção: Karlla Christine e Carlos Mosca – Doc – 15’/Campina Grande
26.  Nublado – Direção: João Paulo Palitot – Ficção – 12’ /João Pessoa
27.  O diário de Márcia – Direção: Bertrand Lira – Doc – 20’m/ João Pessoa
28.  O hóspede – Direção: Anacã Agra e Ramon Porto Mota – Fic - 17’/Campina Grande
29.  Olhar Particular – Direção: Paulo Roberto – Documentário – 10’40’’ /Cabedelo
30.  O Quinto Beatle – Direção: Ítalo Brito e Fernando Ventura – Doc – 12’04’’/Campina Grande
31.  O Prazer em Cartaz – Direção: Sandro Mangueira – Doc – 12’ / Campina Grande
32.  O Reino da Serra – Direção: Sinaldo Luna – Doc – 15’40’’ / Campina Grande-Itatuba
33.  Pedro Perilima – Direção: Ian Costa – Doc – 13’30’’/Campina Grande
34.  Peregrinos – Direção: Adeilton Costa e Ítalo Jones Marinho – Doc – 17’20’’/Campina Grande
35.  Quando eu crescer... – Direção: Emanuel Dias – Doc – 15’ / Campina Grande
36.  Salete Cobra – Direção: Ailton Francisco – Doc – 9’ / Campina Grande
37.  Tocando um Baixo – Direção: Katiane Alves do Anjos – Doc – 15’/Conde
38.  Travessia – Direção: Kennel Rógis – Doc – 13’50’’/Coremas
39.  Uma Ciência Encantada – Direção: Chico Sales – Doc – 20’ /João Pessoa
40.  Zefinha e Sebastião – Um Chifrudo Coroado – Direção: Dianne Ferreira – Animação – 6’45’’/ Campina Grande

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Que papel, afinal, caberá ao Estado na complexa dinâmica cultural Brasileira?

O papel do Estado no campo cultural é um papel delicado, complexo e contemporâneo justamente porque não é papel do Estado produzir cultura, nem dizer o que a cultura dever ser. O papel do Estado é formular políticas públicas de cultura e disponibilizar meios que dêem acessibilidade de estrutura, em torno daquilo que a sociedade determina que é cultura.



O Estado deve assegurar as condições para que a sociedade possa criar e acessar o que é produzido no universo da cultura, sem que isso possa significar que o Estado deva conduzir a produção cultural, impondo-lhe hierarquias e valorizando um leque de manifestações, pelo contrário, deve fomentar as expressões públicas de opinião e sentimentos, a diversidade das manifestações florescentes a partir das visões de mundo, usos, costumes, saberes e modos de vida de cada um brasileiro e de suas comunidades.



O Brasil, deu um grande passo com a ratificação pelo Congresso Nacional à Convenção da UNESCO de 2006 e posterior promulgação por Decreto-Lei em 2007, quando se tornou signatário de um tratado entre países comprometidos com a implementação de políticas públicas de acesso à cultura, em favor da proteção aos grupos culturais mais vulneráveis às forças econômicas excludentes. Trata-se de um instrumento jurídico internacional que aponta o seu papel decisivo para assegurar a autonomia e o direito soberano dos países participantes de formular e implementar suas políticas públicas, num quadro em que a aceleração dos processos de globalização acentua as disparidades entre países em suas capacidades de criar, produzir e difundir suas produções culturais, definido, ao mesmo tempo, obrigações quanto à proteção e promoção da diversidade.



Mediante este compromisso, cabe ao Estado brasileiro considerar que os direitos culturais são direitos sociais e é preciso garantir a igualdade de condições de acesso à produção cultural, harmonizando as inter relações entre o Estado, setor privado e a sociedade civil para que atuem de forma integrada, somando recursos e esforços, estabelecendo uma política cultural que seja abrangente nas relações humanas, adotando ações de estímulo ás diferentes expressões culturais, embasada por uma cultura de paz e aceitação do outro, de diminuição das diferenças sociais, culturais e de gênero.


Por: Jeancarlo de Lima Sousa em resposta a atividade III do Curso de Gestão e Política Cultural - FGV e MINC.
Avaliação do Meu Tutor do Curso de Gestão e Política Cultural




segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O Papel da Comunidade na Difusão das Manifestaçõe Culturais

O Papel da Comunidade na Difusão das Manifestaçõe Culturais levando-se em conta: A participação da comunidade nas políticas, nos projetos e nas manifestações culturais e o exemplo do Overmundo.



Assim como no Overmundo, (virtualmente) nos coletivos culturais “presenciais”, são as pessoas que fazem a cultura, re criam, inventam, articulam e “se viram” para manter a rotina, o registro e a divulgação das suas ações culturais, de forma muitas vezes improvisada, porém extremamente criativa e colaborativa.



Historicamente as comunidades tradicionais e coletivos culturais sempre se organizam na tentativa de preservar e promover seu patrimônio artístico, histórico, ambiental e cultural.

Na atualidade, esse “olhar” da comunidade busca também incluir os meios para garantir à sustentabilidade da economia criativa local e dos grupos artísticos tradicionais, usando a criatividade aliada às tecnologias de informação e de comunicação, as tecnologias sociais e a colaboração solidária. Mais ainda existem muitas dificuldades para divulgar suas ações fora da comunidade local, no entanto, faz-se necessária uma real participação desses grupos na elaboração e implementação de políticas públicas de cultura, a exemplo da capacitação e formação na ampla e transversal cultura.




Cabe a nós cidadãos o acompanhamento das políticas públicas e dos projetos, desde sua elaboração até a avaliação, bem como acompanhar as atividades desenvolvidas por nossas manifestações culturais, além de garantir a organização permanente das instâncias consultivas de participação direta com os conselhos setoriais representativos dos diversos segmentos artísticos e culturais, participando do controle social na execução dos projetos públicos, ocupando espaços de direito e de decisão. Essa participação da comunidade nas políticas, nos projetos e nas manifestações culturais é sem sombra de dúvida imprescindível.




O exemplo do site do Overmundo nos remete ao exercício da discussão permanente da participação efetiva da comunidade em todas as instâncias e setores culturais, afinal, a responsabilidade não é só do Estado, mas de todos nós que somos responsáveis pelo nosso patrimônio cultural.

Por: Jeancarlo de Lima Sousa em resposta a atividade II do Curso de Gestão e Política Cultural - FGV e MINC.
Avaliação do Meu Tutor do Curso de Gestão e Política Cultural:
 
 

Sobre a Relação Entre o Conceito de Diversidade Cultural e a Proposta do Overmundo


A ideia de diversidade cultural está ligada a conceitos de multiplicidade, pluralidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade e variedade. E, muitas vezes não pode ser encontrada na comunhão de contrários, na interseção de diferenças, ou ainda, na tolerância mútua. O conceito de diversidade é muito amplo e a diversidade cultural presente em nosso dia-a-dia convida-nos a conviver com diferenças de todas as ordens, exigindo de todos e cada um a tolerância e o respeito ao diferente. Nós somos chamados a aprender não só a aceitar a diversidade, mas a utilizar essa diversidade para nosso crescimento pessoal. A globalização nos coloca a todo instante diante de várias culturas e precisamos ver o diferente com olhos familiarizados sem ter a pretensão de imaginar que todos devam ser iguais, com valores semelhantes ou que nossos costumes são melhores ou superiores. O universo é imenso e nessa imensidão são as diferenças que permitem que ele seja o que é – universo.


Gerir uma atitude quer tenha como foco a diversidade é mais que um desafio, é um teste de aptidão, e esse desafio vem sendo muito bem enfrentado pela proposta do overmundo que serve como canal de expressão, debate e distribuição da nossa produção cultural brasileira e das comunidades brasileiras espalhadas pelo mundo afora, tornando visível toda nossa diversidade. É um canal que proporciona a expressão de toda nossa diversidade em todas as suas formas sem excluir expressão “a” ou “b”. Nele podemos visualizar por exemplo: textos de Literatura de cordel (poema popular) até texto de grandes escritores brasileiros sem nenhuma classificação discriminatória, mas sim mostrando a grande diversidade cultural do nosso pais e a liberdade de expressão de nossa cultura.


Por: Jeancarlo de Lima Sousa em resposta a atividade I do Curso de Gestão e Política Cultural - FGV e MINC.
Avaliação do Meu Tutor do Curso de Gestão e Política Cultural: